sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Tech Terror: Usando Pesadelos em suas Aventuras


Uma das coisas que me andam me interessando é a contrução de histórias que usem elementos de terror.

Mas não o terror sobrenatural, do tipo "mosntros podem devorar sua alma e te condenar ao inferno".

Falo, isso sim, de algo mais no estilo "tecnologias que fogem do controle.

Algumas indicações para os não-iniciados no que quero dizer (nem sei se o termo "Tecno Terror" existe com o sentido que estou dando, mas é possível que sim).



1) Pragas devastando a humanidade
-Esqueçam os zumbis. Falo de virus e bactérias que nada tem de poderes bizarros mas de vírus tão devastadores que sobreviver é quase uma forma bizarra de azar, já que o destino será bem pior.

Alguns exemplos: Chun Li - A agonia do verde: uma suuper-praga destroi quase toda a vegetação no mundo. Surgida na China ela se espalha a uma velocidade enorme e mata diferentes tipos de plantas.

Assim, trigo, cana, soja, arvoeres frutíferasm, grama capim, vão quase todas para o saco. No livro de John Cristopher (o mesmo da série "Tripods"), um grupo de amigos tenta chegar a um local seguro enquanto enfrentam pessoas comuns famintas e perdendo o pouco de sociabilidade.

Somente opções algumas  raizes (batatas, por exemplo) conseguem sobreviver e servir de alimento, mas isso não significa que os meses que virão serão fáceis. Esse livro não é fácil de encontrar, mas com a premissa básica a maioria consegue pensar em algum enredo para uma mini-campanha.

Fora ele há livros como "The Stand" (que virou filme e deve virar uma serie, se já não virou), com temática similar, e uma parte ligada a mitologia cristã que nem precisa ser usada.
Seja como for, não apenas uma praga, em si, mas até as tentativas de se furar um bloqueio, por exemplo, ou sobreviver a exterminadores do governo podem dar bons enredos.


De Cabin Fever a Enigma de Andromeda, é só fazer uma pesquisa decente e divirta-se.


2) Robôs fora de controle: Não necessariamente um robô, mas pode ser um ser construído geneticamente, por exemplo (ou um grupo deles - #Blade Runner Feeelings) . Filmes como o antigo Saturno 3 dão uma base para este tipo de aventura

A aventura, por outro lado, pode ter a perspectiva invertida, e um robô que tenha, subitamente, alcançado consciência, pode ser parte do grupo de protagonistas, que precisam escapar da caçada para encontrá-lo. Uma vertente desse tipo pode ser um robô com uma bomba´relógio, real ou metafórica, que ao mesmo tempo precise ser neutralizada.


3)Nano-Robôs: Ainda um tema tímido em histórias de FC, como no caso de Predador (Michael Crichton - que , por sinal, é leitura obrigatória em temas similares), a nono-robótica não se apresenta como ameaça por ser um grande monstro metálico e destruidor, mas por ser muito mais sutil, com diferentes formas de ataque e de um controle perigoso, não apenas pela pequeneza da sua escala, e por seu número, mas pela capacidade de auto-multiplicação ("reproduç~]ao" se preferir).

Sobre nano-pragas, sugiro "Cyber-generation", que é um RPG com uma pegada mais de humor mas que pode, facilmente, ser transformado como base para uma atmosfera sombria. Maquinas se fundindo a corpos, por exemplo, podem ser metáforas poderosas aqui.

Tetsuo, filme japonês de terror, é indicação máxima aqui.


4) Supercomputadores enlouquecidos: Antes do advento dos computadores pessoais, os super-computadores eram um grande vilão em potencial em filmes. Talvez a última grande produção a tratar sobre o tema tenha sido o competente "Jogos de Guerra". É um tema sempre envolto com a questão do gênio do mal, mas que, quando transposta essa capacidade para uma máquina, dá sabores diferentes a uma campanha ou aventura.

O expoente máximo de uma história depressiva e angustiante é "I.M.", ("Eu Sou"), no conto "Não Tenho Boca e Preciso Gritar" (Harlan Ellison). Na história um grupo de humanos - os últimos da Terra, são prisioneiros de um jogo sádico promovido por um computador para lá de satânico.

Sem ir tão longe, o HAL, de 2001, é outra possibilidade aqui, como referência.



5) Droga perigosa: O curta "Mech: Human Trials", em somente cinco minutos, é um excelente exemplo do que me refiro. Uma droga que modifica os corpos de seus usuários, por exemplo, é algo que pode gerar uma sensação de desconforto bastante acentuada em uma mesa de terror tecnológico.

Esta temática, sob alguns aspectos, se aproxima das de epidemias, se a droga for vista como um vício que cresça exponencialmente. Mas cabe a diferenciação, aqui: uma história dessas funciona melhor quando o uso dela é voluntário, ou seja, não uma tragica gripe suína pega em um metro, mas uma "infeção' pega ao se pingar determinado colírio ou se tomar determinada droga.

A temática pode ser de outro naipe: A droga ser potencialmente positiva e estar modificando os corpos de seus usuários  de modo a que ele seja uma ameaça por sua suprioridade que passa a ser conquistada. o Filme Lucy, recente (não vi) trata disso, mas não é uma temática tão rara assim.

O filme "Outland - Comando Titânico", que por sua vez é baseado em um faroeste (acontece), fala de um policial em uma estação de mineração espacial às voltas com trabalhadores pirando por causa de uma droga que melhora seu desempenho, mas que deixa eles "um pouquinho" desestabilizados, como indo para o vácuo sem trje espacial, matando deus e  o mundo, etc.


6) Cruzeiro Espacial Titanic: Naves, estações subterrâneas, estações subaquaticas, estações de pesquisa na antártica. O nome é por causa de um jogo de computador que teve os dedos de Douglas Adams, mas é simples de explicar: os personagens estão isolados, por qualquer razão, do resto dahumanidade, enquanto uma ameaça paira sobre eles. Fugir dali, ou fugir dali E destruir essa ameaça passa a ser o ponto principal da aventura. Note, como ocorre com outras possibilidades, que esse elemento (isolamento) pode ser associado a outros temas, mas destaco aqui porque, especificamente, o local aonde os personagens forem isolados beneficia a experiência da mesa se tiver elementos pitorescos próprios (como uma nave-prisão, um barco com riscos de naufrágio, uma estação em pleno inverno polar, etc).

Helix é uma série recente que aborda esse tipo de situação, mas cito também Alien
(oitavo passageiro) e "A Coisa (John Carpenter).

Em termos de jogos, o excelente "Panic Station" é bem nessa linha e pode trazer algumas id[éias. Em termos de livro, o conto "Mascara Rubra da Morte" é outra sugestão que serve bem de referência.

Outra possibilidade: Elevadores Orbitais: um projeto audacioso de elevação de pessoas atravez de um elevador (ta terra para a órbita e vice-versa. fino para o tamanho da terra, mas certamente com centenas de quilometros de área e subindo durante vários dias (ou pelo menos, horas) imagine um grupo de pessoas saindo do planeta para fugir de uma praga (um super-rato, por exemplo) e descobrindo que um deles está na plataforma-elevador subindo com vocês. Eliminar a praga, antes da chegada ao topo (ou serão exterminados/ perderão a carona para outro planeta / condenarão o que sobeviveu da humanidade) será o destino dos personagens.


7)  Terrorismo Digital: Um super-vírus ameaça destruir a economia mundial. Um super-hacker planeja enviar mísseis a Moscou e deflagrar uma guerra mundial.  Uma Inteligência artificial se apaixona por uma peronagem e se transforma em um paparazzi inconveniente e assustador. 

A pegada aqui é usar a questão da privacidade e acumulo de informações em redes sociais, bancos e da vida digitalizada como elemento chave para uma história de conspiração e paranóia.

"A Rede" com a Sandra Bullock, apesar de ser um filme que começa a ficar envelhecido,pode trazer ideias para um enredo ou detalhes do mesmo.



8) Controle Absoluto: Sim, há um filme com este nome.Mas a pegadinha aqui é que não precisa ser algo feito "pelo governo", mas também no rígido controle de uma mega-corporação, igualmente. Hora de dormir, quantas escovadas por minuto, se a bexiga está cheia ou não para uma pausa no trabalho, se suas pupilas dilataram ao ver o decote de uma colega de trabalho, etc.

Uma aventura assim deixa poucas margens para ações e, dependendo do grau de controle, regras específicas para as ações precisam ser criadas (e sim isso dá um bom jogo "indie". Se alguém quiser arriscar, divirta-se e ponha meu nome nos agradecimentos).

"Paranóia" é um RPG que vai muito bem nesse sentido, exceto que é de humor. Usar as regras dele de forma opressora (por exemplo, em vez de pontos de vida, ter pontos de confiabilidade, ou pontos de "funcionario Padrão" pode ser uma boa jogada).

Um governo pode ser uma alternativa, nesse sentido, e 1984 , assim como Admirável Mundo Novo são duas formas de distopias que fornecem dois tiopos de controle: Pela força das botas e pela forçada na futilidade social, como formas iniciais para se pensar a respeito.

Mas, cuidado, não faça histórias heróicas, aqui. Faça as pessoas tentando sobreviver e modificar, se possível a sociedade, mas sempre com a mão pesada. Intrigas, traições e reviravoltas mortais devem ser pensadas aqui.


9) Memes e controle da Mente: Esqueça os Memes como aquelas caretas de rede social. A Memética é uma teoria de Richard Dawkins, surgida do livro "O Gene Egoísta", na qual ele expõe a idéia de que pequenos componentes de informação auto-replicáveis seriam como vírus cerebrais.

Snowcrash (Neal Stephenson) lida com este conceito de forma magnífica, indo mais fundo e usando teorias de construção de linguagem. Mas há histórias em quadrinhos, séries e afins que fazem isso muito bem.

Por exemplo, você pode usar a idéia de um "meme" consumista, uma "frase de efeito" criada por uma em´presa de marketing que torna as pessoas obcecadas por determinada linha de produtos, a ponto de perdferem o rumo e se digladiarem pelo ultimo lançamento. Ou, quem sabe, perderem um pouo do juízo e passarem dias e dias na frente de uma loja antes de saber que produto novo eles bolaram. Ahá!



10) A Maleta: A maleta é um mcguffin, um objeto cuja informação ou produto nela contida pouco importa, O que ela tem, seja o que for, é algum produto tecnológico que poderá revolucionar  o mercado e diversas empresas e agencias lutam pela chance de possuí-la

Pode ser certa enganação aqui chamar isso de "Tecnoterror", mas se somar à narrativa efeitos bizarros como o de pessoas sangrando ao olhar o conteúdo, ou perdendo a consciência, dá para tornar a inocente malinha de mão um problema e tanto. Nem que seja para ser destruída.

"The Chase" é um curta competente e que pode dar umas idéias bacanas. A ameaça nele não é tanto a maleta, mas o DONO dela. Assustador. Assista NESTE LINK.



11) Soylent Green: Indicação do amigo Ricardo Bianconi, é um clássico onde "Soylent Green" é um filme a ser assistido. Mas a premissa, sem dar spoilers é a seguinte: E se um produto essencial que a população consome tivesse uma origem assustadora? Imagine que a água que sai de sua torneira seja extraida de rios contaminados como forma de envenenar , vagarosamente, a população? oou o medicamento que você toma seja uma forma de controle sutil de comportamento de um teste realizado pelo governo? 

Sem mais,assista o filme ou leia a história original "Make Room, Make Room".

12) Caos temporal: Os 12 Macacos é uma referência fundamental aqui. Mas até filmes leves como "De Volta Para o Futuro" podem ser usados. Imagine que volta ao passado e atropela seu proprio pai. Ou precisa matar a si mesmo quando criança. Há questões filosoficas envolvidas, cheias de efeitos borbolatas e ondas temporais aqui. Mas faça um bom planejamento e tenha uma ideia/ premissa básica se mexer no tempo modifica a vida e ameaça ou não a vida dos personagens, preveja poss[íveis ações estúpidas de jogadores e tente deixar a mesa coerente.

13) Frankstein e Homem Invisível: Mary Dhelley e H.G. Wells, bem como o Médico e  o Monstro" de Robert Louis Stevenson (eu nunca lembro o nome desse camarada) são exemplos da ciencia tomando um cacete de suas pretensões positivistas e produzindo aberrações. Hora vitimas, hora monstros, seres gerados ou modificados pela ciência precisam ser assustadores para funcionar. O velho truque de demorar a aparecerem sempre ajuda a dar um climão. Pequenos indicios de sua natureza devem ser fornecidos aos poucos. Alimente a paranóia dos personagens, faça com que eles desconfiem uns dos outros, inutilmente ou não. e providencie para que algumas mortes deles ou de personagens agregados, ocorra. É preciso eles sentirem a sombra da ameaça em seus calcanhares, que tudo pode se resolver.

Um bom exemplo disso é "Repo Man - The Opera" (não aquele excelente com o Jude Law). Imagine uma sociedade onde um homem é responsável por buscar órgãos não pagos no carnê. Imagine descobrir que esse homem é seu pai. ou que VOCÊ era um caçador deste tipo e agora é perseguido.

14) Robur, o Conquistador: Clássico de Julio Verne que resume bem o que quero dizer: Um homem ou industria, mas sugiro antroporfizar a ameaça) desenvolve uma maquina de guerra. Pior, que mudar a ordem mundial  a partir de seu invento. Temática similar de 20.000 Léguas, aliás (prefiro o Robur e sua máquina voadora), 

Para que o terror funcione, acrescente relatos de mortes e destruições violentas em regiões próximas de onde  os personagens se encontram. Ou que os prisioneiros sejam submetidos a campos de concentrção, ou, ainda, que o tal conquistador não saiba, mas tem uma bomba-relógio nas mãos, e cabe aos personagens irem até ele e tentar convencê-lo a parar antes que seja tarde.

Há pouco teror relativo, aqui, então a própria figura do "conquistador!"" ou de seus exércitos precisa ser suficientemente ameaçadora. 

Krull, como base de elementos chave de enredo pode se apresentar como uma opção, também.



15) Uma Mensagem do Espaço: Nada melhor do que transformar uma população em uma espécie de grupo de maníacos assassinos do que uma singela mensagem de paz e amor de uma civilização alienígena. Todas as certezas, as discussões filosóficas e teológicas, as organizações políticas e mesmo científicas perdem a suas bases de certezas e mergulham em um pântano de discussões apaixonadas, e nada racionais.

É o que vemos no filme "Contato", e na HQ "Uma Mensagem do Espaço" (de Will Eisner) antes dele.

Descobrir o real significado da mesagem, ou responder a ela em tempo, ou impedir que as pessoas pirem dão uma margem a aventuras bastante interessantes. Em termos de clima de terror, cultos apocalípticos ou a perspectiva de uma mensagem que, por qualquer razão descobeta pelos jogadores, possa ser considerada uma ameaça, fornecem um pano de fundo bastante razoável aqui para envolver os jogadores em uma boa história.




16)  A Natureza se Revolta: Um pouco na vibe do ""Agonia do Verde, citado lá em cima, mas com o diferencial ecológico. Algum elemento da natureza simplesmente pirou. Um super-furacão contínuo (como a versão terrestre da grande mancha vermelha de Júpiter de  TEMPO FECHADO  - Bruce Sterling), ou pássaros atacando pessoas no clássico de Hitchcok são poderosos.

O filme "The Host" (o sul-coreano, não aquele outro, por favor) tras o "medo de Kaijus" para parâmetros humanos assustadores. No filme parte do problema é o monstro, mas parte ´pe o governo que parece, todo o tempo, ter algo a esconder.



17) Lunar - Perdidos no Espaço, ou A vida no Vazio: Uma aventura de tecnoterrorpode envolver terror psicológico ou sobrenatural. É o caso tanto de "Solaris", quanto de Lunar e de "Enigma do Horizonte", além de 2001.

Diferencio aqui este tipo de tecnoterror por um motivo simples: A ameaça pode ou não existir. mas o isolamento, em si, é um problema extremamente preocupante. A temida "Febre da Cabana", que pode represntar um elemento extra de terror. Afinal,  estariam os habitantes da nave somente alucinando ou algo de muito, muito errado, está acontecendo ali.

Esse elemento sobrenatural que pode existir (como em Enigma), pode funcionar melhor em uma mesa que tenha como ambientação um cenário totalmente tecnológico, como cyberpunk 2020, e pegar de surpresa os jogadores. Mas se for para usar terror sobrenatural envolvidos em terror tecnologico, faça direito e torne a coisa simplesmente alucinada.



18) Gelo 9 Um capítulo (ok, um parágrafo) à parte para o escritor Kurt Vonnegut. Ele criou uma série de livros cujas temáticas lidam com vários temas aqui linkados, mas uma merece especial destaque: Gelo 9. Gelo 9 é uma produção química estrutural que congela a agua não a zero graus, mas a 40 graus. 

Isso significa que se uma gota desta coisa cair em um oceano toda a agua dos mares e rios seriam congeladas em questão  de horas ou dias.

Isso significa que se VOCÊ enconstasse em uma desgraça dessas, que a agua de seu corpo se cristalizaria e sua morte seria doloroza, apesar de rápida.

Imagine isso caindo nas mãos de um maluco ditador  em um paraíso tropical e verá que não há hecatombe nuclear que supere a destruição que isso representaria.



19) Burocracia, o Filme: Um dos grandes elementos presentes em grandes concentrações humanas é que a burocracia parece ser onipresente. em teoria, uma cultura digitalizada não deveria ter este tipo de problamas, mas na prática isso só significa que eventuais problemas pode se potencializar. Por exemplo, a conta de um personagem (ou vários) pode ter sido hackeada. Uma falha no sistema.

I imagine essa falha não sendo admitida como possível. Afinal, se o computador diz que você comprou 10 toneladas de açucar é porque isso ocorreu. Porque você quer se suicidar contraindo diabetes é algo que o computador (ainda) não sabe, mas é algo suspeito. Se explique, cidadão.

BRAZIL, o Filme, é um clássico nesse sentido. E fonrnece exlelentes criticas à nossa sociedade, mas não é um filme meigo, apesar de recheado de humor negro.

Em termos de mesa, faça, literalmente, uma negociação simples se transformar em um pesadelo burocrático, com um governo paranóico criando barreiras intransponíveis. É uma aventura muioto difícil de se fazer, e leituras como "O Processo" de Frans Kafka podem ser uma alternativa (uma acusação que vai elevando o tom sem os personagens entenderem de onde e o que são as acusações). Foge um pouco do tecnológico, mas em uma cidade futurista n~çao deve ser um elemento difícil de se absorver coisas como internet, cartão de crédito e blogs.

A série "CUBO" , de cetrto modo, também trata disso. A prisão é um enigma tanto por suas armadilhas e lógica, quanto pela sua origem - aparenemente produzida pela burocracia estúpida do governo. 




20) O Portal: Há filmes que tratam muito bem disso. Destaco "The Mist" (O Nevoeiro - não confundir com "A Nevoa") onde uma neblina traz uma série de monstros interdimensionais que ameaçam a vida de pessoas presas em um super-mercado, e o pouco apreciado "O Abismo Negro" dos anos 1980 (Disney).

São dois exemplos (Enigma do Horizonte, de certo modo, também se enquadra aqui) de portais, que podem significar tanto uma ameaça como a passagem para uma outra realidade.

Sem deixar de destacar Stargate, mas a onda aqui é mais o portal como uma ameaça. Quer por ter sido transposto, e o novo destino ser ameaçador.

O jogo Portal, por outro lado, traz um outro tipo de ótica, menos sobrenatual, mas uma espécie de puzzle a ser resolvido. Não tenho grandes sugestões aqui, exceto que um governo faria de tudo para ter uma arma dessas (ou de novo) em mãos. Para dar uma adrenalina extra, regras sobre tempo intável dos portais, cortando pessoas ao meio, poderia ser ustilizado (mas com cuidado para não matar personagens à toa).



21) Bebê-monstro: Há uma ´serie de filmes da série "nasce um monstro", um bebê mutante tão terrível que assassina médicos e equipes de enfermagem. A aventura aqui tem como base  o seguinte: Imagine um ser puro e atribuido de valores positivos, e transforme ele em um pesadolo. Aquele cachorro que tinha em casa, que seu pai trouxe de um laboratório? É uma maquina assassina que agora quer destruir sua família. Aquel menino que era usado de saco de pancadas na escola? Pois bem, aparentemente fizeram alguma coisa com ele e e agora ele é um pesadole ambulante - e pior, nenhum adulto acredita em vocês.
A Maldição de Samantha é um filme trash clássico que tem uma garota transformada em um robô assassino.


(Brega Presley)

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